Estou meses a pensar que assunto poderia tratar num primeiro post para este primeiro blog.

Não sei se esta dúvida existiu por realmente este ser um “tema” difícil ou simplesmente pela falta de criatividade que me abateu e abate há meses, desde o fim da faculdade até a dedicação ao que não merece…

Pensei em falar sobre tudo, sobre o que o tudo pode representar, mas achei um tema um tanto “inútil” e ao mesmo tempo extenso, mas a ideia saiu dessa mente que sempre esta pensando em tudo, tudo mesmo! Daí, pensei em escrever sobre como o princípio de tudo (olha ele aí de novo) e das coisas é importante, como nos deixamos levar pelas futilidades dos acontecimentos e não percebemos quão importante é o princípio do mesmo… [Esse tema surgiu porque tinha acabado de fazer um novo amigo, e de uma forma totalmente inusitada, então, me peguei pensando como as primeiras impressões sobre outro alguém são importantes no futuro, mas como nem prestamos atenção nesses detalhes, nunca nos lembraremos da magia da descoberta.]

Então pensei: que tal dedicar o primeiro post aos meus amigos, falar de como eles são importantes pra mim, mas em seguida me surpreendi imaginando quantos posts posso gastar com eles, quantas palavras estão reservadas e no momento exato podem aparecer, não precisa ser no primeiro post…até porque, no meu ponto de vista ele é a introdução, as boas vindas à minha página…e no mínimo, mesmo que eu não queira, quem for ler, quer uma “justificativa”…

Daí, parei de me martirizar, neste domingo ensolaradíssimo sentei em frente ao micro e começou a nascer meu primeiro post (Uhuu!), que nada mais descreve além da ideia de criar o primeiro post… E também sei de onde veio a ideia hein… Como quero escrever o que sinto e o que penso, como quero que as pessoas que se dediquem a ler esses ensaios de textos saibam o que me atém ou o que me detém no momento exato da escrita do objeto… Nada mais justo que escrever sobre a cruel dúvida que me amola há meses de o quê escrever no primeiro post…

Now, access me.